Sábado, Abril 25, 2009

PIN UPS

Uma pin-up é uma modelo cujas imagens sensuais produzidas em grande escala exercem um forte atrativo na cultura pop. Destinadas à exibição informal, as pin-ups constituem-se num tipo leve de erotismo. As mulheres consideradas pin-ups são geralmente modelos e atrizes.

Pin-up também pode se referir a desenhos, pinturas e outras ilustrações feitas por imitação a estas fotos. O termo foi documentado pela primeira vez em inglês em 1941; contudo, seu uso pode ser rastreado pelo menos até a década de 1890. As imagens “pin up” podiam ser recortadas de revistas, jornais, cartões postais, cromo-litografias e assim por diante. Tais fotos apareciam freqüentemente em calendários, os quais eram produzidos para serem pendurados (em inglês, pin up) de alguma forma. Posteriormente, posters de “pin-up girls” começaram a ser produzidos em massa.
Muitas “pin ups” eram fotografias de celebridades consideradas sex symbols. Betty Grable foi uma das mais populares dentre as primeiras “pin-ups”. Um de seus posters tornou-se onipresente nos armários dos soldados norte-americanos durante a Segunda Guerra Mundial. Outras pin-ups eram trabalhos artísticos, freqüentemente representando versões idealizadas do que alguns imaginavam ser a representação de uma mulher particularmente atraente. Um exemplo antigo do último tipo foi a Gibson girl (garota de Gibson), desenhada por Charles Dana Gibson. O gênero também deu origem a vários artistas especializados, tais como Gil Elvgren, Alberto Vargas, George Petty e Art Frahm.
A expressão “cheesecake” é sinônimo de “foto pin-up”. O mais antigo uso documentado neste sentido é de 1934[1], antecipando-se a “pin-up”, embora anedotas afirmem que a expressão estava em uso na gíria pelo menos 20 anos antes, originalmente na frase (dita sobre uma bela mulher) “better than cheesecake” (algo como um verdadeiro pitéu).
Hoje em dia, homens também podem ser considerados “pin ups” e existem equivalentes masculinos de modelos e atores atraentes como Brad Pitt. O termo equivalente, nesta acepção, é “beefcake” (algo como bofe, em gíria brasileira).
Em anos recentes, ilustradores (a saber, Rion Vernon), têm explorado pin-ups de modo mais radical. Vernon, criador do termo "pinup toons" [1], fundiu a clássica garota pin-up com os elementos da HQ e cartoon.

Outros tipos de pin-ups

Em HQs, uma pin-up é simplesmente uma arte que ocupa uma página inteira, costumeiramente sem diálogo, que exibe um personagem ou grupo de personagens, ou um acontecimento significativo, publicado numa edição regular ou especial e que não foi pensada para tornar-se um poster.
Em publicações profissionais para fãs de filmes e séries de televisão, uma pin-up pode representar uma fotografia posada dos atores ou atrizes do assunto em pauta, mas pode também exibir cenas específicas especialmente fotografadas para fins de divulgação (os chamados stills).




UPG.

Mais Rat Fink e Kustom Kulture


Carros envenenados e monstros irados na contramão da caretice
Rat Fink é a criação mais conhecida do artista e engenheiro mecânico Ed “Big Daddy” Roth. Figura chave na Kustom Kulture (“cultura da customização” ou “cultura da personalização”) que transformou a Califórnia na meca dos hot-rods e outros veículos motorizados durante os anos 60, Roth ficou famoso tanto como designer de veículos personalizados quanto como criador de monstros ao mesmo tempo grotescos e simpáticos. Ícone da contracultura, Rat Fink é um símbolo eterno da livre expressão, uma válvula onde crianças e eternos adolescentes podem extravasar sua insatisfação com a carteice vigente.
A Kustom Kulture nasceu na Califórnia no final dos anos 50 – uma das primeiras subculturas jovens de que se tem notícia. Sua influência passa por toda a cultura pop: dos carrões envenenados do hip-hop às canções adolescentes dos Beach Boys, a Kustom Kulture ajudou a construir o imaginário jovem contemporâneo. Um dos seus maiores símbolos é o Rat Fink, personagem de chaveiros, discos, livros, camisetas, miniaturas...
A Conrad adere à febre mundial e traz para o Brasil Rat Fink e toda a Kustom Kulture representada por Ed Roth com um livro ilustrado recheado de histórias e 144 cromos para colecionar. São imagens de hot rods incríveis, monstros insanos e ilustrações iradas feitas pelo mestre da contracultura.

Um rato muito simpático

Antes de tudo, Rat Fink não é um mero camundongo – foi a aversão que Ed “Big Daddy” Roth tinha pelo meigo Mickey Mouse que o levou a criar um rato de verdade. Roth, falecido em 2001, foi um dos principais personagens da Kustom Kulture surgida na Califórnia no final da década de 1950 – uma subcultura jovem que gira em torno de veículos modificados (hot-rods, choppers) e um estilo de vida livre. A Kulture foi incorporada à contracultura dos anos 60, nascida também na Califórnia – e logo o grotesco Rat Fink transformava-se num ícone contra a caretice dominante.
Camisetas, chaveiros, color books, adesivos, cadernos, anéis, bolas de câmbio, brinquedos metálicos, caixas de correios, canetas, card games, posteres, transfers, iô-iô, isqueiro Zippo, latas de lixo, luminárias, esculturas de neon, carros de autorama – Rat Fink e seus irmãos monstruosos conquistaram gerações inteiras, das crianças hipnotizadas pelos grotescos desenhos de Roth e seus asseclas aos marmanjos fascinados com os carros e motos radicalmente modificados.

Kustom Kulture

Não é um erro de digitação: ao invés de Custom Culture (“cultura da personalização”, ou “cultura da customização”, referindo-se a veículos motorizados modificados pelos seus donos para serem únicos, personalizados) aquela turma da Califórnia utilizava um “k” na frente de cada palavra da expressão – o recado era simples, até a expressão Kustom Kulture seria personalizada. A primeira tentativa da mídia de explicar um dos primeiros movimentos jovens (que depois integraria a contracultura) veio a ser também um capítulo único na história do jornalismo – a criação do New Journalism.

Se hoje vemos programas e mais programas de televisão sobre a modificação de veículos e carros “tunados”, devemos tudo à Kustom Kulture. Parcela decisiva da contracultura sessentista, os ícones criados pelos entusiastas da Kustom Kulture fazem parte do inconsciente coletivo, representando juventude e rebeldia por toda a cultura pop: tatuagens com chamas em degradé, bonés Von Dutch, bolas de bilhar, canções dos Beach Boys sobre praia, carros e garotas; dados de seis faces, cartas de baralho, tênis quadriculados, pin-ups roqueiras, pranchas de surfe coloridas, motores aparentes, monstros grotescos, máquinas barulhentas acompanhando guitarras ensurdecedoras – para onde você olhar pode encontrar um símbolo dessa vida em alta velocidade, dialogando com rockers, motoqueiros, surfistas e skatistas, topetudos e cabeludos, todos fascinados por um estilo próprio, uma cultura eternamente jovem e imensamente mais interessante que o mundo adulto – a Kustom Kulture é o verdadeiro espírito do rock’n’roll.

A Descoberta de Tom Wolfe

O jornalista Tom Wolfe, longe ainda de ser o escritor do best-seller A Fogueira das Vaidades, foi enviado à Califórnia em 1963 pela revista Esquire para escrever uma reportagem sobre um bando de jovens que começavam a fazer bastante barulho com o ronco dos motores de seus carros e motos modificados. Impressionado com o estilo de vida e com as criações de Ed Roth, Von Dutch e seus companheiros, Wolfe voltou para Nova Iorque aturdido – não sabia como transformar todo aquele espírito inovador numa matéria jornalística comum.
Depois de semanas lutando para criar um artigo “aceitável” a partir do material reunido durante a viagem, o prazo de Wolfe acabou, e o editor Byron Dobell, preocupado com o deadline, pediu para que o jornalista enviasse uma parte do material pesquisado para pudessem tentar, juntos, transformá-lo em uma matéria. Wolfe então escreveu uma longa carta, começando com “Dear Byron” (“Querido Byron”) e que trazia uma série de impressões e sensações, descrições em primeira e terceira pessoa, como se Wolfe tivesse entrado na cabeça de seus entrevistados e de lá saísse com um conto incrível sobre esses rapazes mais incríveis ainda.

















A redação da Esquire ligou para Wolfe (que já estava esperando ser demitido) para avisar: iriam apenas tirar o “Dear Byron” do começo da carta e publicariam o material na íntegra, sob o título de "There Goes (Varoom! Varoom!) That Kandy-Kolored (Thphhhhhh!) Tangerine-Flake Streamline Baby (Rahghhh!) Around the Bend (Brummmmmmmmmmmmmmm)..." (e que depois viraria o título da primeira compilação de textos de Wolfe, encurtado para The Kandy-Kolored Tangerine-Flake Streamline Baby). Ali nascia o New Journalism, que revolucionaria, durante o resto dos anos 60, as redações ao redor dos EUA e do mundo.
“Roth é muito habilidoso com o aerógrafo, e um dia, numa exposição de carros ele teve a idéia de desenhar um cartum grotesco na camiseta de um garoto, e aí começaram as camisetas Weirdo. A típica camiseta Weirdo segue um padrão de desenho que poderia ser chamado de ‘versão Bosch da revista Mad’, procurando ser o mais grotesco possível, mostrando um cara que parece o Frankenstein, com o queixo quadradão movido a vapor e tudo o mais, com um sorriso bizarro no rosto, dirigindo um hot-rod, e normalmente ele carrega um objeto redondo na mão direita, do lado de fora do veículo, que parece ser ligado ao chassi por uma corda. Isto, parece, é o câmbio. Não parece um câmbio para mim, mas todo adolescente sabe imediatamente o que é. (...)
“Essas camisetas sempre tem uma frase escrita com letras enormes, normalmente algo rebelde ou pelo menos alienado, coisas como ‘A MÃE ESTÁ ERRADA’ e ‘NASCIDO PARA PERDER’.
“‘Um adolescente sempre tem ressentimento da autoridade adulta’, me disse Roth. ‘Essas camisetas são como uma tatuagem, com a diferença de que eles podem tirar tal tatuagem na hora em que enjoarem dela”. Tom Wolfe em The Kandy-Kolored Tangerine-Flake Streamline Baby

Ed “Big Daddy” Roth

Sabe a fibra de vidro, esse material leve e resistente que é usado em quase todos os carros personalizados hoje em dia? Em 1958 ela era usada principalmente na construção civil e em pranchas de surfe, até que Ed Roth (também conhecido como “Mr. Gasser”) resolveu utilizar o material no seu hot-rod – e todo mundo seguiu a sua idéia. Um homem “renascentista”, Roth era habilidoso em inúmeras áreas: por exemplo, além de desenhista e construtor de carros (pioneiro no design de veículos de baixo consumo), cantava com o grupo The Weirdos sob o codinome de Mr. Gasser, que lançou álbuns como Surfink e Rods n’Ratfinks pela gravadora Capitol.


Durante os anos 60, seu estúdio foi casa dos maiores designers da contracultura: no auge, 25 artistas trabalhavam lá simultaneamente. No final daquela década Roth foi acusado de ser má influência para a juventude e de ter ligações com a violenta gangue de motoqueiros Hell´s Angels. Desiludido depois de um roubo que dizimou seu estúdio em 1970, resolveu acabar com o negócio. Com um emprego fixo como ilustrador de cartazes, chegou a rever algumas de suas obras, retirando qualquer referência violenta presente em seus desenhos.
Porém, a gasolina corre no sangue e a ferrugem nunca dorme, e dez anos depois, convencido de que seu talento era um dom de Deus, Roth voltou a desenhar seus hot-rods e seus monstros, dividindo o tempo entre a família, a igreja e a sua arte – desenhando inclusive a capa de um dos clássicos góticos, o álbum Junk Yard dos australianos Birthday Party. Quando morreu, em 4 de abril de 2001, trabalhava em mais um modelo de hot-rod personalizado.
Quadrinhos Movidos a Gasolina
Robert Williams, um dos criadores da revista Zap Comix – a bíblia fundadora do quadrinho underground norte-americano – chegou a Los Angeles sem um tostão no bolso em 1963. Estava interessado especialmente na cultura de hot-rod, que se espalhava pelos EUA mas que mantinha a Califórnia como centro nervoso, de onde saíam os principais talentos desse meio. Depois de meses sem arranjar emprego, Williams viu-se diante de uma oportunidade única, como conta o prefácio do livro Zap Comix:
“O gerente da agência de empregos apareceu com uma vaga de desenhista, mas já avisando que todos os candidatos anteriores tinham desistido depois de ver o lugar: ‘Dizem que é muito sujo, as condições não são boas’. Mas Robert Williams precisava de alguma coisa. ‘O que é?’ ‘Bom, estão precisando de um diretor de arte na empresa desse tal de Big Daddy.’ ‘Espera um pouco, o nome de sujeito é Ed Roth?’ Sim, era Ed ‘Big Daddy’ Roth.
(...) “O entendimento entre Roth e Williams foi imediato. ‘Se eu soubesse que você existia’, disse Roth, ‘teria mandado alguém caçá-lo pra mim’. O estúdio de Roth erro o próprio zôo da paixão americana por automóvel transformada em descarada perversão e o ponto de encontro das diversas subculturas de Los Angeles. Era freqüentado por astros da surf music, hell´s angels, produtores de Hollywood, líderes do movimento negro, traficantes de drogas e até gente como Erich Maria Remarque (autor do clássico do pacifismo Nada de Novo no Front). E também por agentes do FBI, de olho em Roth e mesmo em Williams, que, além de ser fugitivo do alistamento militar, era visto com freqüência em reuniões de grupos de esquerda.
“O trabalho de Williams era fazer os anúncios de Big Daddy (tão alucinados que começaram a ser vetados pelas revistas automobilíticas) e cuidar de outras duas fontes de renda: as camisetas, pranchas, bonés com estampas de monstros motorizados, como o Rat Fink, e os gibis-catálogos do Big Daddy. Esses gibis, que também tiveram a participação de Rick Griffin (outro fundador da Zap Comix), foram uma das bases dos quadrinhos underground”.

Hot Rock’n´Roll

Os hot-rods da Kustom Kulture influenciaram toda uma geração de músicos californianos que, se não foram os primeiros a cantar a vida sobre quatro rodas (o primeiro hino roqueiro sobre automotivos foi Maybelline, de Chuck Berry), foram aqueles que mais nutriram paixão pela velocidade e os motores roncando. Enquanto a dupla Jan & Dean cantava os perigos da Dead Man´s Curve, os Beach Boys praticamente inventavam o álbum conceitual reunindo em Little Deuce Coupe todas as suas canções sobre carros e a adrenalina com cheiro de gasolina, como a faixa-título, 409 e Custom Machine. Outra turma da Califórnia, influenciada pela surf music instrumental de Dick Dale, resolveu fazer sua homenagem aos motores de alta octanagem – criando um gênero de rock chamado Hot Rod, misturando guitarras envenenadas com o som de motores idem, mistura experimentada por bandas obscuras como The Hondells, The Rip Chords e Mustangs. Nos anos 80 e 90, o gênero teve um revival no underground, com bandas como The Apemen, Mono Men, Satan´s Piligrims e Impala. E o Rat Fink foi homenageado pela banda punk norte-americana Misfits com a canção Rat Fink, lançada em single em 1979.
Em 2006 foi lançado nos EUA o documentário Tales Of Rat Fink, contando a história de Roth e de sua mais famosa criação. O documentário conta com os depoimentos ilustres de gente como Tom Wolfe, Brian Wilson (Beach Boys), Matt Groening (criador dos Simpsons) e do apresentador Jay Leno. Siga o link abaixo para ver o trailer do filme
UPG.

Sábado, Abril 04, 2009

GP FUELTECH DE ARRANCADA


Segunda-feira, Março 02, 2009

ROCK'N ROLL EM POA!!

Dias 02 e 03 de março, Segunda e Terça às 21h

A lenda viva do rock, a banda Deep Purple, volta a Porto Alegre com o show 40th Anniversary Tour, que reúne músicas do mais recente álbum de inéditas do grupo, lançado no final de 2005, além de clássicas da carreira.
Sempre se recriando ao longo de sua carreira, o quinteto promete apresentar mais um show intenso, audaz, cheio de fogo e paixão e garantindo um verdadeiro revival.

Ingressos antecipados: Bilheteria do Teatro do Bourbon Country
(das 14h às 22h de segunda a sábado)
Telentrega Opus (51) 8401.0555 (das 9h às 19h de segunda a sexta).

Data: 02 e 03/03/2009
Horário: 21hs
Local: Teatro do Bourbon Country
Endereço: Av. Túlio de Rose, 100 - 2º piso. (Bourbon Shopping Country) - Porto Alegre - RS
Ingresso Masculino: 1° Lote - Galerias: R$ 120,00
Mezanino: R$ 200,00
Platéia Alta: R$ 200,00
Pista: R$ 180,00
Camarote: R$ 250,00
Ingresso Feminino: 1° Lote - Galerias: R$ 120,00
Mezanino: R$ 200,00
Platéia Alta: R$ 200,00
Pista: R$ 180,00
Camarote: R$ 250,00


NÃO PERCAM!!

Quinta-feira, Fevereiro 05, 2009

CALENDÁRIO OFICIAL VELOPARK

Janeiro
21
KART - Torneio de Verão
22
Open Night
Fevereiro
11
KART - Torneio de Verão, 2ª etapa
12
Open Night
Março
14
Open Night
14 e 15
KART - Sul Brasileiro
28
KART - Velopark Cup 1ª etapa Velopark Kart
Abril
04 e 05
Arrancada - 402 Racing - Corrida de Abertura da Temporada
18
KART - Open do Pan-Americano/ Seletiva Petrobras/ Sábado de Adrenalina (Etapa Única)
25
Arrancada Open Day / Night
Maio
10
KART Pan-Americano/ Copa América Honda 400/ Sul-Americano de Cadete (Etapa Única)
16
Arrancada Open Day / Night
17
Arrancada - Gaúcho de Arrancada
30 e 31
Arrancada - 402 Racing I Etapa do Campeonato Velopark de Arrancada
Junho
06
Arrancada Open Day / Night
27
KART Velopark Cup - 2ª etapa Velopark Kart
Julho
11
Arrancada Open Day / Night
Agosto
08 e 09
Arrancada - 402 Racing II Etapa do Campeonato Velopark
15
KART Velopark Cup - 3ª etapa Velopark Kart
22
Arrancada Open Day / Night
Setembro
12
KART - Velopark Cup - 4ª etapa Velopark Kart
19
Arrancada Open Day / Night
20
Arrancada - Gaúcho de Arrancada
26 e 27
Arrancada - 402 Racing III Etapa do Campeonato Velopark
Outubro
17
KART - Velopark Cup - 5ª etapa
24
Arrancada Open Day / Night
25
Arrancada Gaúcho Arrancada
Novembro
07 e 08
Arrancada - 402 Racing Final do Campeonato Velopark
14
KART - Velopark Cup - 6ª etapa
21
Arrancada Open Day / Night
Dezembro
12
Kart - 12 Horas Velopark ( Etapa única )
19
Arrancada Open Day / Night

Divulgado novo calendário da Arrancada Paranaense em 2009


A Força Livre Motorsport já divulgou o calendário 2009 do Campeonato Paranaense de Arrancada e do 16º Festival Força Livre de Arrancada.O Campeonato Paranaense de Arrancada é considerado o melhor do País pois reúne a nata da modalidade e uma média de 250 pilotos. Na última edição do Festival Força Livre de Arrancada, que aconteceu no último final de semana, 360 pilotos disputaram a competição. Todos os eventos vão acontecer no Autódromo Internacional de Curitiba, em Pinhais.
Calendário 2009.

1a Etapa: 13 a 15 de Março
2a Etapa: 17 a 19 de Abril
3a Etapa: 05 a 07 de Junho
4a Etapa: 14 a 16 de Agosto
5a Etapa: 02 a 04 de Outubro
16º Festival Força Livre: 10 a 13 de Dezembro

Domingo, Fevereiro 01, 2009

Unsafe at any speed


Vou aproveitar o tema de hoje de um dos programas do Discovery Turbo para falar de um dos pais do novo ativismo. Ralph Nader. O fundador do movimento de defesa do consumidor apareceu no começo dos anos 60. Apesar de ele ser pouco conhecido no Brasil, sua história é mitológica nos EUA. Com 29 anos, recém-formado pela Princeton e Harvard, Nader foi de carona para Washington com uma verba diária que dava basicamente para uma cama no dormitório da YMCA e dois hot-dogs. Mesmo assim, ele teve energia para atacar e derrotar a maior empresa do mundo. Com uma ação judicial e um livro chamado "Unsafe at any speed" - Inseguro a Qualquer Velocidade - O advogado revelou pela primeira vez aos consumidores americanos que uma grande corporação como a General Motors estava mais preocupada em seduzi-los com design e promessas de desempenho do que em proteger suas vidas.
A primeira reação corporativa às denúncias impertinentes foi na linha "quem é este cupim idealista tentando roer nossos pés calejados?". A vida de Nader foi devassada pelos advogados da GM. Nada, absolutamente nada foi encontrado que pudesse desacreditá-lo. Pelo contrário, a investigação da GM acabou fortalecendo a imagem de Nader, que até hoje é o primeiro nas pesquisas americanas quando a pergunta é "quem é o homem mais honesto dos EUA?" Apesar de ter recebido um enorme atestado de bons antecedentes, o cupim idealista ainda teve a petulância de processar a corporação por invasão de privacidade. E o presidente da GM foi obrigado a comparecer na frente de uma comissão do Senado americano, com um imenso rabo entre as pernas, para admitir a má conduta da companhia e realizar o primeiro recall da história.
Com o dinheiro ganho no processo, Ralph Nader fundou o movimento de defesa do consumidor, baseado na colaboração obstinada de milhares de ativistas americanos. Os "Nader Raiders" foram decisivos na criação de leis fundamentais. O movimento atuou em áreas tão diversas quanto a segurança nas estradas, a poluição, a liberdade de informação e a normatização dos ingredientes do hot-dog, entre os quais, nos anos duros de YMCA, se incluíam alguns temperos exóticos como pedaços de jornal e pêlos de porco.
Já nos anos 90, Nader se candidatou duas vezes à presidência dos EUA, pelo Partido Verde. Na eleição passada, foi o candidato mais votado depois do Bush e do Gore, embalado pelo boca a boca e pelo mail a mail da internet, mesmo tendo uma ridícula fração do orçamento dos grandes partidos. Ele chegou a ter quase 10% das intenções, que, na reta final foram reduzidas a 3%, em função voto útil - ou inútil? - dado ao Partido Democrata.
Nader ainda foi levianamente acusado pela mídia séria dos EUA, o que inclui o New York Times e o Washington Post. Para esses jornais, Nader deveria ter renunciado a favor de Gore e não o fez apenas por vaidade. Infelizmente, tem-se aí o sintoma de algo mais sério, que é o fato de que a grande mídia sofre de uma esquizofrenia profunda em função de sua dupla natureza de tentar ser ao mesmo tempo "poder mediador" e corporação econômica.
E que, para sair de sua adolescência histórica, dá sinais cada vez mais claros de que está optando pela identidade empresarial.
Leaim o livro ou assistam o documentário que está passando no Discovery, ambos são muito interessantes.

Segunda-feira, Janeiro 26, 2009

TRABALHO MÁGICO

Essa semana, navegando no site de relacionamentos que todo mundo ta cansado de conhecer tive o prazer, mesmo que ainda não pessoalmente, de conhecer através do perfil de Mauricio Vaz o trabalho de restauração de uma oficina de São Paulo, a SetaCar, o trabalho do pessoal no restauro de carros antigos e muitas vezes raros é extremamente especializado, sério e incrível! Se vc é antigomobilista assim como eu vale a pena visitar o site e conferir!

Show mesmo, parabéns pessoal da SetaCar!






ASSOCIAÇÃO DESAFIO


A Associação Desafio através da Categoria Desafio, já conhecida da nossa arrancada Gaúcha, presta um excelente trabalho social a nossa comunidade, além de tirar os rachas das ruas e as pessoas da ilegalidade ainda promove eventos, aproxima pessoas e distribui premiações aos participantes.
Através do site você encontra informações de como participar das provas, relatos de pilotos, conhece os projetos dos carros participantes e pode participar de um Forum de discussões a respeito de tudo que acontece na arrancada da AD!

Leia com atenção o regulamento e participe!


ESPELHAMENTO DE PINTURA

A arte e a ciência de um brilho de verdade:



O mais moderno Sistema profissional de polimento para pintura existente no mercado, desenvolvido pela Meguiar’s, elimina riscos superficiais, contaminações externas, imperfeições de brilho, oxidações e outras situações constantes em pintura com desgastes devido a ação do sol, agentes poluentes, etc, sem alteração das condições originais.
Este sistema é o único processo de polimento que trata tanto da remoção (como já citamos acima), como da intensificação e nivelamento de brilho, além da pintura, devido à utilização de duas ceras especiais, sendo estas compostas por Silicone (Super Proteção Medallion) e Carnaúba (Cera de Carnaúba Amarela), permitindo uma proteção intensa e com durabilidade de 6 meses ou até mesmo 1 ano, dependendo somente da periodicidade da manutenção do serviço.
Em veículos com pinturas perolizadas e/ou metálicas, este serviço intensifica ainda mais o brilho refletido pelas partículas de alumínio e/ou mica constantes na composição da tinta. Todos os produtos utilizados neste sistema têm como característica o fato de serem à base d’água, ou seja, foram desenvolvidos sem a utilização de agentes à base de petróleo.
Esta característica evita assim contaminações, reações químicas ou mesmo disfarces que poderiam ocorrer na pintura do veículo, além de evitar também incrustações em peças plásticas. Outro fator importante é que estes produtos são ecologicamente corretos.

Materiais e Equipamentos:

* Composto Polidor e Corte de Diamante Meguiar’s* Dupla Ação e Líquido Lustrador Meguiar’s* Brilho Rápido e Cera de Carnaúba Meguiar’s e/ou Super Proteção Medallion* Boina de Lã Dupla Face e Boina de Espuma Amarela e/ou Roxa* Esponja Meguiar’s* Fita Crepe* Papel de Mascaramento* Algodão* Flanela de Micro fibra Meguiar’s* Lixa 2500, 3000 E 4000* Avental, óculos de proteção e protetor auricular* Máscara de proteção

Procedimentos:
1ª etapa: LavagemNesta primeira etapa, efetuamos a lavagem completa da carroceria do veículo para podermos analisar a pintura do veículo. Nesta etapa não é necessária a lavagem completa com acabamento , apenas a limpeza da carroceria.

2ª etapa: IsolamentoNesta etapa, após análise detalhada da pintura, os frisos, peças plásticas e “cantos de pintura” são isoladas através de fitas adesivas que evitam o contato do maquinário para com essas peças, diminuindo a incidência de calor e não propiciando a queima das mesmas.

3ª etapa: Lixamento e PolimentoAntes de efetuar o polimento, dependendo da pintura, é necessário o lixamento com Lixa 2500 ou Lixa 4000 Meguiars , sempre pulverizando água antes , para nivelamento do verniz . A etapa seguinte é realizada com o uso de maquinário apropriado (politrizes) e utilização de líquidos polidores (Corte Diamante, Composto Polidor) que irão remover riscos superficiais e contaminações existentes na pintura.
Corte de Diamante: recomendado para veículos de cor escura (preto / verde escuro/ azul marinho/etc) e carros novos. O produto corte diamante tem alto poder de cobertura , deixando o mínimo de poeira e resíduos na superfície, permite fácil remoção de marcas de lixa e defeitos de pintura enquanto protege a mesma de ser danificada.
Composto Polidor: recomendado para veículos de cor clara ou com muita contaminação (Overspray/ casca de laranja / muito riscado). Abrasividade estimuladora e agressiva com grande eficiência, remove rapidamente marcas de lixas.

4ª etapa: NivelamentoCom a utilização da politriz e o disco polidor de espuma (amarela); nesta etapa aplicamos o Líquido Lustrador Meguiar’s. A função desta etapa é nivelar o brilho, deixando sua intensidade uniforme e removendo os movimentos circulares pelas etapas anteriores.

5ª etapa: AcabamentoEsta etapa é realizada com auxílio de algodão de polimento para a aplicação do produto Brilho Rápido Meguiar’s. Aplique o produto para remover as marcas e sujeiras da etapa anterior. Em seguida com a flanela de micro fibra, remova o excesso de produto.

6ª etapa: Cera de Carnaúba ou Super Proteção Medallion (Proteção de Pintura)Após o termino do acabamento aplique a Super Cera Meguiars para polimento sem proteção. No caso de Proteção de Pintura utilize a Cera de Carnaúba ou Super Proteção Medalion. Nesta etapa é aplicada manualmente a Cera de Carnaúba Meguiars para a proteção de 6 meses e Super Proteção Medallion para proteção de 9 meses, com o auxílio da Esponja Meguiar’s. Para a remoção da cera utilize a Flanela de Micro-Fibra, sendo que este material de extrema maciez provoca menos riscos na pintura, mesmo quando comparado ao algodão.

Anexo I - Descubra do que se trata:

Quando um carro sai de fábrica, sua chapa de aço é protegida por uma brilhante e dura camada de tinta que tem algo entre 60 e 80 mícrons (1 mícron = 1 milésimo de milímetro) de espessura.
Esta camada é normalmente dividida em cerca de 20 mícrons para o ‘primmer’ que é a base da tinta e que permite a adesão da tinta à chapa de aço, e cerca de 40 mícrons para a tinta propriamente dita. No caso de tintas metálicas e perolizadas existe ainda uma última camada de verniz incolor (clear cote).
Esta fina camada de menos de 1 décimo de milímetro dá ao carro a aparênciabrilhante que esperamos ver, e ainda protege o aço contra a corrosão. A tinta brilha pois é, dentro do possível, absolutamente lisa e sem irregularidades, pois o que se apresenta para o nosso olho como brilho, é na verdade a reflexão dos raios de luz incidentes sobre a tinta e refletidos para os nossos olhos.
Quanto mais uniformes e paralelos entre si estes raios refletirem, mais ‘brilhante’ será a sensação percebida por nossos olhos. Um exemplo quase perfeito de brilho seria um bom espelho plano onde os raios luminosos são refletidos de forma bem uniforme e sem distorções, e ao contrário, como exemplo de pouco brilho podemos usar uma folha de papel, onde a superfície rugosa não reflete de forma coerente os raios de luz incidentes, dando a aparência fosca.
Após um serviço de pintura de boa qualidade, o que esperamos receber ao comprarmos um carro novo, a pintura está lisa e reflete os raios de luz de forma adequada a um bom brilho.
Infelizmente, ao deixar a fábrica a pintura começa a receber o ataque de poluição, raios infravermelhos e ultravioleta, chuva ácida, panos e escovas de lava-rápidos, detergentes, etc. O resultado disso é que, com o tempo, a pintura lisa e brilhante vai ficando com pequenas irregularidades (micro-imperfeições, riscos e ondulações), comprometendo a reflexão da luz, e com isso o brilho. O que normalmente se faz para devolver o brilho à pintura do carro, é através do uso de polidores, remover uma pequena camada de tinta, de modo a devolver à pintura a aparência lisa.
O grande problema desta operação, é que os polidores são abrasivos, isto é, são substâncias muito duras, geralmente óxidos metálicos, capazes de arrancar, por atrito, partículas da tinta.
Este processo de abrasão pode ser intensificado ainda mais pelo uso de máquinas politrizes. Ao final do processo de polimento uma pequena camada de tinta foi removida, devolvendo à camada externa a aparência original e brilhante.

Anexo II - A verdade sobre a Cristalização:

O verbo “CRISTALIZAR” significa mudar a estrutura molecular de um produto de amorfa (sem direção e regra definidas) para cristalina (com direção e regra definidas).No caso de um polimento e da aplicação de qualquer tipo de cera protetora, a estrutura amorfa da tinta jamais poderá ser mudada para cristalina. Infelizmente não somente o verbo “CRISTALIZAR” está sendo usado erradamente no caso dos polimentos, mas também as promessas feitas aos consumidores são exageradas devido a falta de produtos e tecnologia de aplicação.
Promessas de enceramento “CRISTALIZADO” com duração de 6 (seis) meses a 1 um ano na maioria dos casos não são cumpridas. Para conseguir uma camada cerosa e duradoura em cima da pintura, deverá ser feito primeiramente um polimento com polidores a base de água e que contém um mínimo de cera e nenhum silicone. A finalidade deste polimento é de limpar totalmente a superfície da tinta, retirando todos os contaminantes sólidos incrustados. Este polimento não é necessariamente abrasivo, não causando assim a redução da espessura da tinta ou do verniz de acabamento.É necessário criar uma superfície pintada totalmente limpa para conseguir aderência da camada cerosa protetora a ser aplicada em seguida.O uso de massa de polir convencional (N.º 1, N.º 2 ou N.º 3 de qualquer procedência) deixará a superfície pintada com vestígios de cera e gordura. A gordura provém do querosene usado como solvente neste tipo de polidores. Ambas impedem a aderência de camadas protetoras posteriores.Na maioria dos casos, para encobrir os defeitos de um polimento mau feito, com massa de polir, é aplicado pós-polimento com massa de polir uma camada de cera limpadora qualquer. Somente após a aplicação desta cera limpadora é aplicado o assim chamado “CRISTALIZADOR” .Mesmo no caso de usarem uma boa proteção cerosa, a aderência da camada será minimizada pelos contaminantes deixados pelas massas de polir e pela cera limpadora.
Para agravar ainda mais a situação, a cada polimento feito com massa de polir N.º 1 ou N.º 2 de qualquer procedência, a espessura da tinta ou do verniz diminui sensivelmente.Um segundo erro é encontrado nos produtos usados para criar a camada cerosa protetora.
Para criar esta camada protetora de longa duração deverá ser usada uma classe de produtos que apresenta as seguintes características:
Alto peso molecular: Esta característica é necessária para a formação de mega-moléculas com polaridade acentuada e formação de camada através de forças eletrostáticas. Quanto maior for a molécula, maior a polaridade da mesma, maior a força eletrostática que cria a camada protetora e maior a adesão da camada sobre a tinta.

Resistência a lavagem: O produto deverá formar camada resistente por longos períodos de tempo aos ciclos de lavagem por água, ciclos proporcionados pelas chuvas ou pelo próprio sistema periódico de lavagem do veículo.
Resistência: Detergência - o produto deverá formar camada resistente por longos períodos de tempo a ação de detergentes dos sabões empregados normalmente na lavagem dos veículos.
Repelência a raios ultravioletas : O produto deverá conter aditivos em quantidades suficientes para proporcionar uma proteção eficiente contra raios solares, maiores causadores da instabilidade química das tintas
Os assim chamados “CRISTALIZADORES” são na maioria ceras comuns que não possuem todas ou a maioria das características acima expostas. O uso de cera aditivada com TEFLON não melhora em absoluto o desempenho da camada protetora, sendo este um elemento totalmente inerte na temperatura a qual é aplicado.
Ao contrário do polimento, a cera não remove a tinta por abrasão, sendo portanto inócua à pintura, e ao contrário do polimento, por produzir um filme sobre a tinta, protege-a dos ataques. Uma camada pintada protegida por cera, e mantida desta maneira por enceramentos regulares, evita ou posterga a necessidade de polimentos.
Existem ainda ceras combinadas com polidores leves que não chegam a remover a camada pintada, pois são muito pouco abrasivas. São boas para tintas com uma certa idade, pois permitem a remoção leve de uma camada de tinta já oxidada, facilitando também a remoção de sujidades aderidas à pintura.
Além disso, existem no mercado os chamados cristalizadores. Enquanto o termo cristalização é usado de forma absolutamente aleatória no mercado, significando deste um mero polimento até a aplicação de agentes ‘cristalizadores’, a cristalização propriamente dita é a aplicação de compostos, tipo teflon e/ou silicone que apenas protegem a pintura e outros que reagem com a pintura, geralmente a base de flúor, e que formam um filme duro sobre a camada pintada. Não recomendo este último pois esta camada dura pode trincar dando a aparência de pele de crocodilo à pintura, sendo a sua remoção bastante difícil.
Uma pintura permanentemente mantida protegida com cera dificilmente exigirá polimentos posteriores.