Janeiro
21
KART - Torneio de Verão
22
Open Night
Fevereiro
11
KART - Torneio de Verão, 2ª etapa
12
Open Night
Março
14
Open Night
14 e 15
KART - Sul Brasileiro
28
KART - Velopark Cup 1ª etapa Velopark Kart
Abril
04 e 05
Arrancada - 402 Racing - Corrida de Abertura da Temporada
18
KART - Open do Pan-Americano/ Seletiva Petrobras/ Sábado de Adrenalina (Etapa Única)
25
Arrancada Open Day / Night
Maio
10
KART Pan-Americano/ Copa América Honda 400/ Sul-Americano de Cadete (Etapa Única)
16
Arrancada Open Day / Night
17
Arrancada - Gaúcho de Arrancada
30 e 31
Arrancada - 402 Racing I Etapa do Campeonato Velopark de Arrancada
Junho
06
Arrancada Open Day / Night
27
KART Velopark Cup - 2ª etapa Velopark Kart
Julho
11
Arrancada Open Day / Night
Agosto
08 e 09
Arrancada - 402 Racing II Etapa do Campeonato Velopark
15
KART Velopark Cup - 3ª etapa Velopark Kart
22
Arrancada Open Day / Night
Setembro
12
KART - Velopark Cup - 4ª etapa Velopark Kart
19
Arrancada Open Day / Night
20
Arrancada - Gaúcho de Arrancada
26 e 27
Arrancada - 402 Racing III Etapa do Campeonato Velopark
Outubro
17
KART - Velopark Cup - 5ª etapa
24
Arrancada Open Day / Night
25
Arrancada Gaúcho Arrancada
Novembro
07 e 08
Arrancada - 402 Racing Final do Campeonato Velopark
14
KART - Velopark Cup - 6ª etapa
21
Arrancada Open Day / Night
Dezembro
12
Kart - 12 Horas Velopark ( Etapa única )
19
Arrancada Open Day / Night
quinta-feira, fevereiro 05, 2009
Divulgado novo calendário da Arrancada Paranaense em 2009

A Força Livre Motorsport já divulgou o calendário 2009 do Campeonato Paranaense de Arrancada e do 16º Festival Força Livre de Arrancada.O Campeonato Paranaense de Arrancada é considerado o melhor do País pois reúne a nata da modalidade e uma média de 250 pilotos. Na última edição do Festival Força Livre de Arrancada, que aconteceu no último final de semana, 360 pilotos disputaram a competição. Todos os eventos vão acontecer no Autódromo Internacional de Curitiba, em Pinhais.
Calendário 2009.
Calendário 2009.
1a Etapa: 13 a 15 de Março
2a Etapa: 17 a 19 de Abril
3a Etapa: 05 a 07 de Junho
4a Etapa: 14 a 16 de Agosto
5a Etapa: 02 a 04 de Outubro
16º Festival Força Livre: 10 a 13 de Dezembro
domingo, fevereiro 01, 2009
Unsafe at any speed

Vou aproveitar o tema de hoje de um dos programas do Discovery Turbo para falar de um dos pais do novo ativismo. Ralph Nader. O fundador do movimento de defesa do consumidor apareceu no começo dos anos 60. Apesar de ele ser pouco conhecido no Brasil, sua história é mitológica nos EUA. Com 29 anos, recém-formado pela Princeton e Harvard, Nader foi de carona para Washington com uma verba diária que dava basicamente para uma cama no dormitório da YMCA e dois hot-dogs. Mesmo assim, ele teve energia para atacar e derrotar a maior empresa do mundo. Com uma ação judicial e um livro chamado "Unsafe at any speed" - Inseguro a Qualquer Velocidade - O advogado revelou pela primeira vez aos consumidores americanos que uma grande corporação como a General Motors estava mais preocupada em seduzi-los com design e promessas de desempenho do que em proteger suas vidas.
A primeira reação corporativa às denúncias impertinentes foi na linha "quem é este cupim idealista tentando roer nossos pés calejados?". A vida de Nader foi devassada pelos advogados da GM. Nada, absolutamente nada foi encontrado que pudesse desacreditá-lo. Pelo contrário, a investigação da GM acabou fortalecendo a imagem de Nader, que até hoje é o primeiro nas pesquisas americanas quando a pergunta é "quem é o homem mais honesto dos EUA?" Apesar de ter recebido um enorme atestado de bons antecedentes, o cupim idealista ainda teve a petulância de processar a corporação por invasão de privacidade. E o presidente da GM foi obrigado a comparecer na frente de uma comissão do Senado americano, com um imenso rabo entre as pernas, para admitir a má conduta da companhia e realizar o primeiro recall da história.
Com o dinheiro ganho no processo, Ralph Nader fundou o movimento de defesa do consumidor, baseado na colaboração obstinada de milhares de ativistas americanos. Os "Nader Raiders" foram decisivos na criação de leis fundamentais. O movimento atuou em áreas tão diversas quanto a segurança nas estradas, a poluição, a liberdade de informação e a normatização dos ingredientes do hot-dog, entre os quais, nos anos duros de YMCA, se incluíam alguns temperos exóticos como pedaços de jornal e pêlos de porco.
Já nos anos 90, Nader se candidatou duas vezes à presidência dos EUA, pelo Partido Verde. Na eleição passada, foi o candidato mais votado depois do Bush e do Gore, embalado pelo boca a boca e pelo mail a mail da internet, mesmo tendo uma ridícula fração do orçamento dos grandes partidos. Ele chegou a ter quase 10% das intenções, que, na reta final foram reduzidas a 3%, em função voto útil - ou inútil? - dado ao Partido Democrata.
Nader ainda foi levianamente acusado pela mídia séria dos EUA, o que inclui o New York Times e o Washington Post. Para esses jornais, Nader deveria ter renunciado a favor de Gore e não o fez apenas por vaidade. Infelizmente, tem-se aí o sintoma de algo mais sério, que é o fato de que a grande mídia sofre de uma esquizofrenia profunda em função de sua dupla natureza de tentar ser ao mesmo tempo "poder mediador" e corporação econômica.
A primeira reação corporativa às denúncias impertinentes foi na linha "quem é este cupim idealista tentando roer nossos pés calejados?". A vida de Nader foi devassada pelos advogados da GM. Nada, absolutamente nada foi encontrado que pudesse desacreditá-lo. Pelo contrário, a investigação da GM acabou fortalecendo a imagem de Nader, que até hoje é o primeiro nas pesquisas americanas quando a pergunta é "quem é o homem mais honesto dos EUA?" Apesar de ter recebido um enorme atestado de bons antecedentes, o cupim idealista ainda teve a petulância de processar a corporação por invasão de privacidade. E o presidente da GM foi obrigado a comparecer na frente de uma comissão do Senado americano, com um imenso rabo entre as pernas, para admitir a má conduta da companhia e realizar o primeiro recall da história.
Com o dinheiro ganho no processo, Ralph Nader fundou o movimento de defesa do consumidor, baseado na colaboração obstinada de milhares de ativistas americanos. Os "Nader Raiders" foram decisivos na criação de leis fundamentais. O movimento atuou em áreas tão diversas quanto a segurança nas estradas, a poluição, a liberdade de informação e a normatização dos ingredientes do hot-dog, entre os quais, nos anos duros de YMCA, se incluíam alguns temperos exóticos como pedaços de jornal e pêlos de porco.
Já nos anos 90, Nader se candidatou duas vezes à presidência dos EUA, pelo Partido Verde. Na eleição passada, foi o candidato mais votado depois do Bush e do Gore, embalado pelo boca a boca e pelo mail a mail da internet, mesmo tendo uma ridícula fração do orçamento dos grandes partidos. Ele chegou a ter quase 10% das intenções, que, na reta final foram reduzidas a 3%, em função voto útil - ou inútil? - dado ao Partido Democrata.
Nader ainda foi levianamente acusado pela mídia séria dos EUA, o que inclui o New York Times e o Washington Post. Para esses jornais, Nader deveria ter renunciado a favor de Gore e não o fez apenas por vaidade. Infelizmente, tem-se aí o sintoma de algo mais sério, que é o fato de que a grande mídia sofre de uma esquizofrenia profunda em função de sua dupla natureza de tentar ser ao mesmo tempo "poder mediador" e corporação econômica.
E que, para sair de sua adolescência histórica, dá sinais cada vez mais claros de que está optando pela identidade empresarial.
Leaim o livro ou assistam o documentário que está passando no Discovery, ambos são muito interessantes.
segunda-feira, janeiro 26, 2009
TRABALHO MÁGICO
Essa semana, navegando no site de relacionamentos que todo mundo ta cansado de conhecer tive o prazer, mesmo que ainda não pessoalmente, de conhecer através do perfil de Mauricio Vaz o trabalho de restauração de uma oficina de São Paulo, a SetaCar, o trabalho do pessoal no restauro de carros antigos e muitas vezes raros é extremamente especializado, sério e incrível! Se vc é antigomobilista assim como eu vale a pena visitar o site e conferir!
Show mesmo, parabéns pessoal da SetaCar!
ASSOCIAÇÃO DESAFIO

A Associação Desafio através da Categoria Desafio, já conhecida da nossa arrancada Gaúcha, presta um excelente trabalho social a nossa comunidade, além de tirar os rachas das ruas e as pessoas da ilegalidade ainda promove eventos, aproxima pessoas e distribui premiações aos participantes.
Através do site você encontra informações de como participar das provas, relatos de pilotos, conhece os projetos dos carros participantes e pode participar de um Forum de discussões a respeito de tudo que acontece na arrancada da AD!
Leia com atenção o regulamento e participe!
ESPELHAMENTO DE PINTURA
A arte e a ciência de um brilho de verdade:

Materiais e Equipamentos:
* Composto Polidor e Corte de Diamante Meguiar’s* Dupla Ação e Líquido Lustrador Meguiar’s* Brilho Rápido e Cera de Carnaúba Meguiar’s e/ou Super Proteção Medallion* Boina de Lã Dupla Face e Boina de Espuma Amarela e/ou Roxa* Esponja Meguiar’s* Fita Crepe* Papel de Mascaramento* Algodão* Flanela de Micro fibra Meguiar’s* Lixa 2500, 3000 E 4000* Avental, óculos de proteção e protetor auricular* Máscara de proteção
Procedimentos:
1ª etapa: LavagemNesta primeira etapa, efetuamos a lavagem completa da carroceria do veículo para podermos analisar a pintura do veículo. Nesta etapa não é necessária a lavagem completa com acabamento , apenas a limpeza da carroceria.
2ª etapa: IsolamentoNesta etapa, após análise detalhada da pintura, os frisos, peças plásticas e “cantos de pintura” são isoladas através de fitas adesivas que evitam o contato do maquinário para com essas peças, diminuindo a incidência de calor e não propiciando a queima das mesmas.
3ª etapa: Lixamento e PolimentoAntes de efetuar o polimento, dependendo da pintura, é necessário o lixamento com Lixa 2500 ou Lixa 4000 Meguiars , sempre pulverizando água antes , para nivelamento do verniz . A etapa seguinte é realizada com o uso de maquinário apropriado (politrizes) e utilização de líquidos polidores (Corte Diamante, Composto Polidor) que irão remover riscos superficiais e contaminações existentes na pintura.
Corte de Diamante: recomendado para veículos de cor escura (preto / verde escuro/ azul marinho/etc) e carros novos. O produto corte diamante tem alto poder de cobertura , deixando o mínimo de poeira e resíduos na superfície, permite fácil remoção de marcas de lixa e defeitos de pintura enquanto protege a mesma de ser danificada.
Composto Polidor: recomendado para veículos de cor clara ou com muita contaminação (Overspray/ casca de laranja / muito riscado). Abrasividade estimuladora e agressiva com grande eficiência, remove rapidamente marcas de lixas.
4ª etapa: NivelamentoCom a utilização da politriz e o disco polidor de espuma (amarela); nesta etapa aplicamos o Líquido Lustrador Meguiar’s. A função desta etapa é nivelar o brilho, deixando sua intensidade uniforme e removendo os movimentos circulares pelas etapas anteriores.
5ª etapa: AcabamentoEsta etapa é realizada com auxílio de algodão de polimento para a aplicação do produto Brilho Rápido Meguiar’s. Aplique o produto para remover as marcas e sujeiras da etapa anterior. Em seguida com a flanela de micro fibra, remova o excesso de produto.
6ª etapa: Cera de Carnaúba ou Super Proteção Medallion (Proteção de Pintura)Após o termino do acabamento aplique a Super Cera Meguiars para polimento sem proteção. No caso de Proteção de Pintura utilize a Cera de Carnaúba ou Super Proteção Medalion. Nesta etapa é aplicada manualmente a Cera de Carnaúba Meguiars para a proteção de 6 meses e Super Proteção Medallion para proteção de 9 meses, com o auxílio da Esponja Meguiar’s. Para a remoção da cera utilize a Flanela de Micro-Fibra, sendo que este material de extrema maciez provoca menos riscos na pintura, mesmo quando comparado ao algodão.
Anexo I - Descubra do que se trata:
Quando um carro sai de fábrica, sua chapa de aço é protegida por uma brilhante e dura camada de tinta que tem algo entre 60 e 80 mícrons (1 mícron = 1 milésimo de milímetro) de espessura.
Esta camada é normalmente dividida em cerca de 20 mícrons para o ‘primmer’ que é a base da tinta e que permite a adesão da tinta à chapa de aço, e cerca de 40 mícrons para a tinta propriamente dita. No caso de tintas metálicas e perolizadas existe ainda uma última camada de verniz incolor (clear cote).
Esta fina camada de menos de 1 décimo de milímetro dá ao carro a aparênciabrilhante que esperamos ver, e ainda protege o aço contra a corrosão. A tinta brilha pois é, dentro do possível, absolutamente lisa e sem irregularidades, pois o que se apresenta para o nosso olho como brilho, é na verdade a reflexão dos raios de luz incidentes sobre a tinta e refletidos para os nossos olhos.
Quanto mais uniformes e paralelos entre si estes raios refletirem, mais ‘brilhante’ será a sensação percebida por nossos olhos. Um exemplo quase perfeito de brilho seria um bom espelho plano onde os raios luminosos são refletidos de forma bem uniforme e sem distorções, e ao contrário, como exemplo de pouco brilho podemos usar uma folha de papel, onde a superfície rugosa não reflete de forma coerente os raios de luz incidentes, dando a aparência fosca.
Após um serviço de pintura de boa qualidade, o que esperamos receber ao comprarmos um carro novo, a pintura está lisa e reflete os raios de luz de forma adequada a um bom brilho.
Infelizmente, ao deixar a fábrica a pintura começa a receber o ataque de poluição, raios infravermelhos e ultravioleta, chuva ácida, panos e escovas de lava-rápidos, detergentes, etc. O resultado disso é que, com o tempo, a pintura lisa e brilhante vai ficando com pequenas irregularidades (micro-imperfeições, riscos e ondulações), comprometendo a reflexão da luz, e com isso o brilho. O que normalmente se faz para devolver o brilho à pintura do carro, é através do uso de polidores, remover uma pequena camada de tinta, de modo a devolver à pintura a aparência lisa.
O grande problema desta operação, é que os polidores são abrasivos, isto é, são substâncias muito duras, geralmente óxidos metálicos, capazes de arrancar, por atrito, partículas da tinta.
Este processo de abrasão pode ser intensificado ainda mais pelo uso de máquinas politrizes. Ao final do processo de polimento uma pequena camada de tinta foi removida, devolvendo à camada externa a aparência original e brilhante.
Anexo II - A verdade sobre a Cristalização:
O verbo “CRISTALIZAR” significa mudar a estrutura molecular de um produto de amorfa (sem direção e regra definidas) para cristalina (com direção e regra definidas).No caso de um polimento e da aplicação de qualquer tipo de cera protetora, a estrutura amorfa da tinta jamais poderá ser mudada para cristalina. Infelizmente não somente o verbo “CRISTALIZAR” está sendo usado erradamente no caso dos polimentos, mas também as promessas feitas aos consumidores são exageradas devido a falta de produtos e tecnologia de aplicação.
Promessas de enceramento “CRISTALIZADO” com duração de 6 (seis) meses a 1 um ano na maioria dos casos não são cumpridas. Para conseguir uma camada cerosa e duradoura em cima da pintura, deverá ser feito primeiramente um polimento com polidores a base de água e que contém um mínimo de cera e nenhum silicone. A finalidade deste polimento é de limpar totalmente a superfície da tinta, retirando todos os contaminantes sólidos incrustados. Este polimento não é necessariamente abrasivo, não causando assim a redução da espessura da tinta ou do verniz de acabamento.É necessário criar uma superfície pintada totalmente limpa para conseguir aderência da camada cerosa protetora a ser aplicada em seguida.O uso de massa de polir convencional (N.º 1, N.º 2 ou N.º 3 de qualquer procedência) deixará a superfície pintada com vestígios de cera e gordura. A gordura provém do querosene usado como solvente neste tipo de polidores. Ambas impedem a aderência de camadas protetoras posteriores.Na maioria dos casos, para encobrir os defeitos de um polimento mau feito, com massa de polir, é aplicado pós-polimento com massa de polir uma camada de cera limpadora qualquer. Somente após a aplicação desta cera limpadora é aplicado o assim chamado “CRISTALIZADOR” .Mesmo no caso de usarem uma boa proteção cerosa, a aderência da camada será minimizada pelos contaminantes deixados pelas massas de polir e pela cera limpadora.
Para agravar ainda mais a situação, a cada polimento feito com massa de polir N.º 1 ou N.º 2 de qualquer procedência, a espessura da tinta ou do verniz diminui sensivelmente.Um segundo erro é encontrado nos produtos usados para criar a camada cerosa protetora.
Para criar esta camada protetora de longa duração deverá ser usada uma classe de produtos que apresenta as seguintes características:
Alto peso molecular: Esta característica é necessária para a formação de mega-moléculas com polaridade acentuada e formação de camada através de forças eletrostáticas. Quanto maior for a molécula, maior a polaridade da mesma, maior a força eletrostática que cria a camada protetora e maior a adesão da camada sobre a tinta.
Resistência a lavagem: O produto deverá formar camada resistente por longos períodos de tempo aos ciclos de lavagem por água, ciclos proporcionados pelas chuvas ou pelo próprio sistema periódico de lavagem do veículo.
Resistência: Detergência - o produto deverá formar camada resistente por longos períodos de tempo a ação de detergentes dos sabões empregados normalmente na lavagem dos veículos.
Repelência a raios ultravioletas : O produto deverá conter aditivos em quantidades suficientes para proporcionar uma proteção eficiente contra raios solares, maiores causadores da instabilidade química das tintas
Os assim chamados “CRISTALIZADORES” são na maioria ceras comuns que não possuem todas ou a maioria das características acima expostas. O uso de cera aditivada com TEFLON não melhora em absoluto o desempenho da camada protetora, sendo este um elemento totalmente inerte na temperatura a qual é aplicado.
Ao contrário do polimento, a cera não remove a tinta por abrasão, sendo portanto inócua à pintura, e ao contrário do polimento, por produzir um filme sobre a tinta, protege-a dos ataques. Uma camada pintada protegida por cera, e mantida desta maneira por enceramentos regulares, evita ou posterga a necessidade de polimentos.
Existem ainda ceras combinadas com polidores leves que não chegam a remover a camada pintada, pois são muito pouco abrasivas. São boas para tintas com uma certa idade, pois permitem a remoção leve de uma camada de tinta já oxidada, facilitando também a remoção de sujidades aderidas à pintura.
Além disso, existem no mercado os chamados cristalizadores. Enquanto o termo cristalização é usado de forma absolutamente aleatória no mercado, significando deste um mero polimento até a aplicação de agentes ‘cristalizadores’, a cristalização propriamente dita é a aplicação de compostos, tipo teflon e/ou silicone que apenas protegem a pintura e outros que reagem com a pintura, geralmente a base de flúor, e que formam um filme duro sobre a camada pintada. Não recomendo este último pois esta camada dura pode trincar dando a aparência de pele de crocodilo à pintura, sendo a sua remoção bastante difícil.
Uma pintura permanentemente mantida protegida com cera dificilmente exigirá polimentos posteriores.

O mais moderno Sistema profissional de polimento para pintura existente no mercado, desenvolvido pela Meguiar’s, elimina riscos superficiais, contaminações externas, imperfeições de brilho, oxidações e outras situações constantes em pintura com desgastes devido a ação do sol, agentes poluentes, etc, sem alteração das condições originais.
Este sistema é o único processo de polimento que trata tanto da remoção (como já citamos acima), como da intensificação e nivelamento de brilho, além da pintura, devido à utilização de duas ceras especiais, sendo estas compostas por Silicone (Super Proteção Medallion) e Carnaúba (Cera de Carnaúba Amarela), permitindo uma proteção intensa e com durabilidade de 6 meses ou até mesmo 1 ano, dependendo somente da periodicidade da manutenção do serviço.
Em veículos com pinturas perolizadas e/ou metálicas, este serviço intensifica ainda mais o brilho refletido pelas partículas de alumínio e/ou mica constantes na composição da tinta. Todos os produtos utilizados neste sistema têm como característica o fato de serem à base d’água, ou seja, foram desenvolvidos sem a utilização de agentes à base de petróleo.
Esta característica evita assim contaminações, reações químicas ou mesmo disfarces que poderiam ocorrer na pintura do veículo, além de evitar também incrustações em peças plásticas. Outro fator importante é que estes produtos são ecologicamente corretos.
Este sistema é o único processo de polimento que trata tanto da remoção (como já citamos acima), como da intensificação e nivelamento de brilho, além da pintura, devido à utilização de duas ceras especiais, sendo estas compostas por Silicone (Super Proteção Medallion) e Carnaúba (Cera de Carnaúba Amarela), permitindo uma proteção intensa e com durabilidade de 6 meses ou até mesmo 1 ano, dependendo somente da periodicidade da manutenção do serviço.
Em veículos com pinturas perolizadas e/ou metálicas, este serviço intensifica ainda mais o brilho refletido pelas partículas de alumínio e/ou mica constantes na composição da tinta. Todos os produtos utilizados neste sistema têm como característica o fato de serem à base d’água, ou seja, foram desenvolvidos sem a utilização de agentes à base de petróleo.
Esta característica evita assim contaminações, reações químicas ou mesmo disfarces que poderiam ocorrer na pintura do veículo, além de evitar também incrustações em peças plásticas. Outro fator importante é que estes produtos são ecologicamente corretos.
Materiais e Equipamentos:
* Composto Polidor e Corte de Diamante Meguiar’s* Dupla Ação e Líquido Lustrador Meguiar’s* Brilho Rápido e Cera de Carnaúba Meguiar’s e/ou Super Proteção Medallion* Boina de Lã Dupla Face e Boina de Espuma Amarela e/ou Roxa* Esponja Meguiar’s* Fita Crepe* Papel de Mascaramento* Algodão* Flanela de Micro fibra Meguiar’s* Lixa 2500, 3000 E 4000* Avental, óculos de proteção e protetor auricular* Máscara de proteção
Procedimentos:
1ª etapa: LavagemNesta primeira etapa, efetuamos a lavagem completa da carroceria do veículo para podermos analisar a pintura do veículo. Nesta etapa não é necessária a lavagem completa com acabamento , apenas a limpeza da carroceria.
2ª etapa: IsolamentoNesta etapa, após análise detalhada da pintura, os frisos, peças plásticas e “cantos de pintura” são isoladas através de fitas adesivas que evitam o contato do maquinário para com essas peças, diminuindo a incidência de calor e não propiciando a queima das mesmas.
3ª etapa: Lixamento e PolimentoAntes de efetuar o polimento, dependendo da pintura, é necessário o lixamento com Lixa 2500 ou Lixa 4000 Meguiars , sempre pulverizando água antes , para nivelamento do verniz . A etapa seguinte é realizada com o uso de maquinário apropriado (politrizes) e utilização de líquidos polidores (Corte Diamante, Composto Polidor) que irão remover riscos superficiais e contaminações existentes na pintura.
Corte de Diamante: recomendado para veículos de cor escura (preto / verde escuro/ azul marinho/etc) e carros novos. O produto corte diamante tem alto poder de cobertura , deixando o mínimo de poeira e resíduos na superfície, permite fácil remoção de marcas de lixa e defeitos de pintura enquanto protege a mesma de ser danificada.
Composto Polidor: recomendado para veículos de cor clara ou com muita contaminação (Overspray/ casca de laranja / muito riscado). Abrasividade estimuladora e agressiva com grande eficiência, remove rapidamente marcas de lixas.
4ª etapa: NivelamentoCom a utilização da politriz e o disco polidor de espuma (amarela); nesta etapa aplicamos o Líquido Lustrador Meguiar’s. A função desta etapa é nivelar o brilho, deixando sua intensidade uniforme e removendo os movimentos circulares pelas etapas anteriores.
5ª etapa: AcabamentoEsta etapa é realizada com auxílio de algodão de polimento para a aplicação do produto Brilho Rápido Meguiar’s. Aplique o produto para remover as marcas e sujeiras da etapa anterior. Em seguida com a flanela de micro fibra, remova o excesso de produto.
6ª etapa: Cera de Carnaúba ou Super Proteção Medallion (Proteção de Pintura)Após o termino do acabamento aplique a Super Cera Meguiars para polimento sem proteção. No caso de Proteção de Pintura utilize a Cera de Carnaúba ou Super Proteção Medalion. Nesta etapa é aplicada manualmente a Cera de Carnaúba Meguiars para a proteção de 6 meses e Super Proteção Medallion para proteção de 9 meses, com o auxílio da Esponja Meguiar’s. Para a remoção da cera utilize a Flanela de Micro-Fibra, sendo que este material de extrema maciez provoca menos riscos na pintura, mesmo quando comparado ao algodão.
Anexo I - Descubra do que se trata:
Quando um carro sai de fábrica, sua chapa de aço é protegida por uma brilhante e dura camada de tinta que tem algo entre 60 e 80 mícrons (1 mícron = 1 milésimo de milímetro) de espessura.
Esta camada é normalmente dividida em cerca de 20 mícrons para o ‘primmer’ que é a base da tinta e que permite a adesão da tinta à chapa de aço, e cerca de 40 mícrons para a tinta propriamente dita. No caso de tintas metálicas e perolizadas existe ainda uma última camada de verniz incolor (clear cote).
Esta fina camada de menos de 1 décimo de milímetro dá ao carro a aparênciabrilhante que esperamos ver, e ainda protege o aço contra a corrosão. A tinta brilha pois é, dentro do possível, absolutamente lisa e sem irregularidades, pois o que se apresenta para o nosso olho como brilho, é na verdade a reflexão dos raios de luz incidentes sobre a tinta e refletidos para os nossos olhos.
Quanto mais uniformes e paralelos entre si estes raios refletirem, mais ‘brilhante’ será a sensação percebida por nossos olhos. Um exemplo quase perfeito de brilho seria um bom espelho plano onde os raios luminosos são refletidos de forma bem uniforme e sem distorções, e ao contrário, como exemplo de pouco brilho podemos usar uma folha de papel, onde a superfície rugosa não reflete de forma coerente os raios de luz incidentes, dando a aparência fosca.
Após um serviço de pintura de boa qualidade, o que esperamos receber ao comprarmos um carro novo, a pintura está lisa e reflete os raios de luz de forma adequada a um bom brilho.
Infelizmente, ao deixar a fábrica a pintura começa a receber o ataque de poluição, raios infravermelhos e ultravioleta, chuva ácida, panos e escovas de lava-rápidos, detergentes, etc. O resultado disso é que, com o tempo, a pintura lisa e brilhante vai ficando com pequenas irregularidades (micro-imperfeições, riscos e ondulações), comprometendo a reflexão da luz, e com isso o brilho. O que normalmente se faz para devolver o brilho à pintura do carro, é através do uso de polidores, remover uma pequena camada de tinta, de modo a devolver à pintura a aparência lisa.
O grande problema desta operação, é que os polidores são abrasivos, isto é, são substâncias muito duras, geralmente óxidos metálicos, capazes de arrancar, por atrito, partículas da tinta.
Este processo de abrasão pode ser intensificado ainda mais pelo uso de máquinas politrizes. Ao final do processo de polimento uma pequena camada de tinta foi removida, devolvendo à camada externa a aparência original e brilhante.
Anexo II - A verdade sobre a Cristalização:
O verbo “CRISTALIZAR” significa mudar a estrutura molecular de um produto de amorfa (sem direção e regra definidas) para cristalina (com direção e regra definidas).No caso de um polimento e da aplicação de qualquer tipo de cera protetora, a estrutura amorfa da tinta jamais poderá ser mudada para cristalina. Infelizmente não somente o verbo “CRISTALIZAR” está sendo usado erradamente no caso dos polimentos, mas também as promessas feitas aos consumidores são exageradas devido a falta de produtos e tecnologia de aplicação.
Promessas de enceramento “CRISTALIZADO” com duração de 6 (seis) meses a 1 um ano na maioria dos casos não são cumpridas. Para conseguir uma camada cerosa e duradoura em cima da pintura, deverá ser feito primeiramente um polimento com polidores a base de água e que contém um mínimo de cera e nenhum silicone. A finalidade deste polimento é de limpar totalmente a superfície da tinta, retirando todos os contaminantes sólidos incrustados. Este polimento não é necessariamente abrasivo, não causando assim a redução da espessura da tinta ou do verniz de acabamento.É necessário criar uma superfície pintada totalmente limpa para conseguir aderência da camada cerosa protetora a ser aplicada em seguida.O uso de massa de polir convencional (N.º 1, N.º 2 ou N.º 3 de qualquer procedência) deixará a superfície pintada com vestígios de cera e gordura. A gordura provém do querosene usado como solvente neste tipo de polidores. Ambas impedem a aderência de camadas protetoras posteriores.Na maioria dos casos, para encobrir os defeitos de um polimento mau feito, com massa de polir, é aplicado pós-polimento com massa de polir uma camada de cera limpadora qualquer. Somente após a aplicação desta cera limpadora é aplicado o assim chamado “CRISTALIZADOR” .Mesmo no caso de usarem uma boa proteção cerosa, a aderência da camada será minimizada pelos contaminantes deixados pelas massas de polir e pela cera limpadora.
Para agravar ainda mais a situação, a cada polimento feito com massa de polir N.º 1 ou N.º 2 de qualquer procedência, a espessura da tinta ou do verniz diminui sensivelmente.Um segundo erro é encontrado nos produtos usados para criar a camada cerosa protetora.
Para criar esta camada protetora de longa duração deverá ser usada uma classe de produtos que apresenta as seguintes características:
Alto peso molecular: Esta característica é necessária para a formação de mega-moléculas com polaridade acentuada e formação de camada através de forças eletrostáticas. Quanto maior for a molécula, maior a polaridade da mesma, maior a força eletrostática que cria a camada protetora e maior a adesão da camada sobre a tinta.
Resistência a lavagem: O produto deverá formar camada resistente por longos períodos de tempo aos ciclos de lavagem por água, ciclos proporcionados pelas chuvas ou pelo próprio sistema periódico de lavagem do veículo.
Resistência: Detergência - o produto deverá formar camada resistente por longos períodos de tempo a ação de detergentes dos sabões empregados normalmente na lavagem dos veículos.
Repelência a raios ultravioletas : O produto deverá conter aditivos em quantidades suficientes para proporcionar uma proteção eficiente contra raios solares, maiores causadores da instabilidade química das tintas
Os assim chamados “CRISTALIZADORES” são na maioria ceras comuns que não possuem todas ou a maioria das características acima expostas. O uso de cera aditivada com TEFLON não melhora em absoluto o desempenho da camada protetora, sendo este um elemento totalmente inerte na temperatura a qual é aplicado.
Ao contrário do polimento, a cera não remove a tinta por abrasão, sendo portanto inócua à pintura, e ao contrário do polimento, por produzir um filme sobre a tinta, protege-a dos ataques. Uma camada pintada protegida por cera, e mantida desta maneira por enceramentos regulares, evita ou posterga a necessidade de polimentos.
Existem ainda ceras combinadas com polidores leves que não chegam a remover a camada pintada, pois são muito pouco abrasivas. São boas para tintas com uma certa idade, pois permitem a remoção leve de uma camada de tinta já oxidada, facilitando também a remoção de sujidades aderidas à pintura.
Além disso, existem no mercado os chamados cristalizadores. Enquanto o termo cristalização é usado de forma absolutamente aleatória no mercado, significando deste um mero polimento até a aplicação de agentes ‘cristalizadores’, a cristalização propriamente dita é a aplicação de compostos, tipo teflon e/ou silicone que apenas protegem a pintura e outros que reagem com a pintura, geralmente a base de flúor, e que formam um filme duro sobre a camada pintada. Não recomendo este último pois esta camada dura pode trincar dando a aparência de pele de crocodilo à pintura, sendo a sua remoção bastante difícil.
Uma pintura permanentemente mantida protegida com cera dificilmente exigirá polimentos posteriores.
sábado, janeiro 24, 2009
Origens do Rock

Essencialmente híbrido na origem, o rock music inclui elementos de vários estilos de música americana: o blues acompanhado da guitarra black; o blues e o ritmo black, produzidos com solos de saxofone; a música góspel branca e negra; a música country e western; o som dos cantores de rádio popular e os grupos de harmonia. Em 1954-55, epóca de seu surgimento, o rock era mais conhecido como "rock'n'roll". Após 1964, ele era simplesmente chamado de "rock music". Essa mudança na terminologia indica uma continuidade e ao mesmo tempo um rompimento com o período anterior; o rock não servia somente para dançar. Também nessa época, a música foi influenciada pelos grupos britânicos, assim como os Beatles.
Os anos 50: Bill Haley e o Rock'n'Roll
A primeira gravação rock'n'roll que obteve popularidade nacional foi "Rock Around the Clock" produzida por Bill Haley e The Comets, em 1955. Harley fez sucesso ao criar uma música voltada para a juventude, que incluía suas batidas empolgantes, a necessidade de se dançar e o efeito de suas letras. A melodia era claramente tirada por sua guitarra elétrica; as letras eram normais e simples. Haley acabou abruptamente como a ascendência das baladas suaves e sentimentais, que eram populares nos anos 40 e início dos 50. Ele também obteve êxito ao utilizar o ritmo black e o blues, de forma que o público de adolescentes brancos pudesse entender.
O blues, e o "rhythm and blues", também eram identificados como adultos, sexuais, revoltados e únicos pela cultura negra, por isso foram aceitos tanto emocional como comercialmente, sem precisar de adaptações. A principal gravadora havia anos que produzia gravações apenas para o público black, por isso era chamada de "race records". O surgimento do rock'n'roll trouxe um significante enfraquecimento na resistência da cultura negra. O incomparável rock'n'roll black que Haley criou, pode ser ouvido em produções sexualmente adultas de artistas como Hank Ballard e os Midnighters ("Work with Me, Annie") ou o "Grande" Joe Turner ("Shake, Rattle, and Roll"), ou no último som adaptado por Haley para um público branco que é "Dance with Me, Henry".
O rock'n'roll foi feito para ou sobre os adolescentes. Suas letras traziam temas comuns da adolescência: escola, carros, férias, pais e o mais importante, amor. Os principais instrumentos do velho rock'n'roll eram a guitarra, o baixo, o piano, a bateria e o saxofone. Todos os aspectos da música - sua batida pesada, a sonoridade, as letras auto-absorvidas e a liberação da loucura - indicavam uma rebeldia dos adolescentes pelos valores e autoridade dos adultos. Entre os influenciadores dos anos 50 estavam Chuck Berry ("Johnny B.Goode"), Little Richard ("Good Golly Miss Molly"), Sam Cooke ("You Send Me"), Buddy Holly ("Peggy Sue"), Jerry Lee Lewis ("Great Balls of Fire") e Carl Perkins ("Blues Suede Shoes").
Final dos anos 50 e início dos 60: Elvis, Motown e a Invasão Britânica
O maior símbolo do rock'n'roll entre 1956 e 1963 foi Elvis Presley, um motorista de caminhão de Tupelo, Miss., que tornou-se cantor. Sua liberação melancólica e sexual atraía diretamente o público jovem, enquanto que horrorizava os mais velhos. Como o rock'n'roll havia se tornado um sucesso financeiro, as gravadoras que o consideravam uma coqueluche, começaram a garimpar novos cantores; eles geralmente faziam sucesso ao comercializar as suas músicas mais rebeldes. No final dos anos 50, por exemplo, estavam na moda as canções sentimentalmente mórbidas, assim como "Laura" e "Teen Angel".
Nesta época, Detroit tornou-se um centro importante para os cantores negros, então, surgiu um certo tipo de música conhecida como "Motown" [motor town], que foi nomeada pela Motown Records. O estilo é caracterizado por uma pessoa que canta canções melódicas e impressionistas, acompanhada de um grupo elegante com harmonias compactas e articuladas. Os expoentes populares deste estilo são: Temptations, Smokey Robinson e o Miracles, Diana Ross e o Supremes, e. Gladis Knight e o Pips. O rock music tornou-se popular novamente em 1962, com o surgimento dos Beatles, um grupo de quatro rapazes com cabelos longos, de Liverpool, Inglaterra. No início, eles foram aclamados por suas energias e personalidades individuais atraentes, e não pela inovação de suas canções, que tiveram influência de Berry e Presley. A popularidade deles inevitavelmente incentivou outros grupos com nomes anormais. Um dos mais importantes destes grupos foi o Rolling Stones, cuja música derivou da tradição black do blues. Estas bandas britânicas instigaram o retorno às raízes blues do rock'n'roll, apesar de já possuírem características mais barulhentas e eletrônicas.
Final dos anos 60 e início dos 70: Anos Dourados do Rock
Folk-Rock
Uma importante transformação do rock ocorreu em 1965, no Newport Folk Festival, quando Bob Dylan, um notável compositor e escritor de canções poéticas populares e letras de protesto social como "Blowin' in the Wind", apareceu tocando uma guitarra, acompanhado por sua banda de rock eletrônico. Assim, o folk-rock ocupa o seu espaço, com grupos que utilizam arranjos e cantores de rock, os quais compõem letras poéticas para suas canções (exemplo, "Norwegian Wood" e "Eleanor Rigby" dos Beatles). O arranjo do The Byrds da música "Mr. Tambourine Man" de Bob Dylan, é um clássico do folk-rock. Bandas como The Mamas And The Papas; Peter, Paul and Mary; Donovan; e The Lovin Spoonful tocavam um tipo música que foi classificado como folk-rock.
Canções de Protesto e a Cultura das Drogas
Nos anos 60, a música espelhava as tensões da Guerra do Vietnã e desempenhava um importante papel na cultura americana. O conteúdo verbal das canções de rock traziam rebeliões, protestos sociais, sexo e principalmente drogas. Muitos grupos, entre eles o Jefferson Airplane e o Grateful Dead, tentavam expressar na música, o sentimento aural das drogas psicodélicas, produzindo sons longos, repetitivos e esquisitos com letras surreais (conhecidos como "acid rock" ou "hard rock").
Em 1967, os Beatles novamente fizeram história com o álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, que, além de incluir canções que alertavam sobre as drogas, apresentava um corpo com peças interligadas, que constituía um todo orgânico. Ele foi considerado o primeiro "conceito de álbum". Outros trabalhos subseqüentes a este e com a mesma tendência foram o musical rock Hair (1968) e a ópera rock Tommy, composta e tocada pelo The Who.
O Rock Vem Com a Idade
No final dos anos 60, o rock estava amplamente relacionado a um importante padrão musical. Músicos como Miles Davis e John McLaughlin, e grupos como Traffic Or Blood, Sweat e Tears tentaram unir o rock ao jazz, enquanto que outros artistas como Leonard Bernstein e Frank Zappa queriam conectar o rock à música clássica. Os grupos que se destacavam pelos seus guitarristas, dentre eles Jimi Hendrix, Eric Clapton, Duane Allman e Jimmy Page, continuaram a executar variações com temas blues clássicos, utilizando instrumentos tradicionais do rock'n'roll.
De 1967 para frente, os festivais de rock começaram a entrar na sua melhor fase, pois milhares de jovens os freqüentavam justamente para ouvir rock music. A maioria destes festivais pacíficos e bem sucedidos foi realizada em Woodstock, N.Y., em agosto de 1969. Porém, mais tarde, um evento semelhante, que trazia os Rolling Stones e foi realizado em Altamont, Califórnia, foi marcado por vários incidentes violentos que foram filmados, houve até um assassinato. Por volta de 1970, várias celebridades do rock - Janis Joplin, Jim Morrison e Jimi Hendrix - morreram por excesso de drogas. As características andrógenas e perigosas passadas pelos Rolling Stones foram levadas ao extremo pelos artistas Alice Cooper e David Bowie, que, talvez, eram mais famosos pela ambigüidade sexual e comportamento fora do comum, em suas músicas.
Final dos anos 70 até hoje: Punk Rock, Video Music e Roqueiros de Meia Idade
Um fato importante do rock ocorreu no final dos anos 70 com o punk rock, que foi uma resposta a estagnação do gênero e um protesto político niilístico. Iniciou-se, evidentemente, na Grã Bretanha, por bandas como Sex Pistols e The Clash. O punk rapidamente tornou-se popular nos EUA. No início dos anos 80, o rock music havia se modificado consideravelmente. O Black Flag, o Dead Kennedys e outros grupos também adotaram temas de protestos políticos para compor suas músicas.
Durante os anos 80, os vídeos se tornaram um forma popular de promoção e entretenimento. Porém, no final dos anos 80, várias bandas, inclusive Nirvana, Pearl Jam e Mudhoney, continuaram seguindo a linha do punk rock, utilizando temas políticos e celebrando a própria falta de virtuosidade técnica. Nos anos 90, velhas bandas, entre elas o Grateful Dead e o Rolling Stones, tornaram a conquistar popularidade, não só dos jovens, mas também de muitos fãs de meia idade.
Final dos anos 70 até hoje: Punk Rock, Video Music e Roqueiros de Meia Idade
Um fato importante do rock ocorreu no final dos anos 70 com o punk rock, que foi uma resposta a estagnação do gênero e um protesto político niilístico. Iniciou-se, evidentemente, na Grã Bretanha, por bandas como Sex Pistols e The Clash. O punk rapidamente tornou-se popular nos EUA. No início dos anos 80, o rock music havia se modificado consideravelmente. O Black Flag, o Dead Kennedys e outros grupos também adotaram temas de protestos políticos para compor suas músicas.
Durante os anos 80, os vídeos se tornaram um forma popular de promoção e entretenimento. Porém, no final dos anos 80, várias bandas, inclusive Nirvana, Pearl Jam e Mudhoney, continuaram seguindo a linha do punk rock, utilizando temas políticos e celebrando a própria falta de virtuosidade técnica. Nos anos 90, velhas bandas, entre elas o Grateful Dead e o Rolling Stones, tornaram a conquistar popularidade, não só dos jovens, mas também de muitos fãs de meia idade.
Audi reconstrói carro do GP de 1939

A Audi preparou uma surpresa para o Festival de Velocidade de Goodwood deste ano. A empresa alemã vai apresentar no evento uma reconstrução absolutamente fiel do monoposto Auto Union Tipo D Dual Compressor, de 1939.
Refazer o carro que, em sua versão original, venceu duas provas de Grand Prix – categoria precursora da Fórmula 1 – levou quatro anos. O modelo original foi guiado, em suas vitórias, pelo piloto alemão H.P. Mueller e pelo italiano Tazio Nuvolari.
Uma atração a mais na apresentação em Goodwood, que é o maior encontro do mundo de carros de corrida históricos, será o piloto que conduzirá a “Flecha de Prata”, o baterista Nick Mason, da banda Pink Floyd. Além de colecionador de carros de corrida históricos, ele já participou como piloto, por cinco vezes, da 24 Horas de Le Mans.
Topo de linha - O Auto Union Tipo D modelo 2008 foi construído na Inglaterra pela oficina especializada Crosthwaite & Gardiner, que há mais de 30 anos se dedica à restauração dos carros de corrida antigos da Auto Union.
O Tipo D é a última versão dos “Flechas de Prata” desenvolvidos entre 1934 e 1939 pela divisão de corridas da marca. Ele utiliza um motor de 12 cilindros que, originalmente, tinha 420 hp. Com a adoção de um segundo compressor, ele ganhou mais 65 hp e, para acomodar a nova mecânica, várias alterações na carroceria. O carro estreou no GP da Bélgica de 1939, quando a Segunda Guerra Mundial, que levaria à dissolução da Auto Union ao seu final, já estava no início.
A Audi utiliza como logomarca os quatro anéis entrelaçados originais da Auto Union, que foi uma associação entre quatro marcas alemãs, DKW, Horch, Wanderer e Audi. No final da guerra, parte dessas empresas se encontrava no setor de ocupação soviético e foi desapropriada. Em 1969, o remanescente da empresa se uniu à NSU e passou em seguida ao controle da Volkswagen.
Refazer o carro que, em sua versão original, venceu duas provas de Grand Prix – categoria precursora da Fórmula 1 – levou quatro anos. O modelo original foi guiado, em suas vitórias, pelo piloto alemão H.P. Mueller e pelo italiano Tazio Nuvolari.
Uma atração a mais na apresentação em Goodwood, que é o maior encontro do mundo de carros de corrida históricos, será o piloto que conduzirá a “Flecha de Prata”, o baterista Nick Mason, da banda Pink Floyd. Além de colecionador de carros de corrida históricos, ele já participou como piloto, por cinco vezes, da 24 Horas de Le Mans.
Topo de linha - O Auto Union Tipo D modelo 2008 foi construído na Inglaterra pela oficina especializada Crosthwaite & Gardiner, que há mais de 30 anos se dedica à restauração dos carros de corrida antigos da Auto Union.
O Tipo D é a última versão dos “Flechas de Prata” desenvolvidos entre 1934 e 1939 pela divisão de corridas da marca. Ele utiliza um motor de 12 cilindros que, originalmente, tinha 420 hp. Com a adoção de um segundo compressor, ele ganhou mais 65 hp e, para acomodar a nova mecânica, várias alterações na carroceria. O carro estreou no GP da Bélgica de 1939, quando a Segunda Guerra Mundial, que levaria à dissolução da Auto Union ao seu final, já estava no início.
A Audi utiliza como logomarca os quatro anéis entrelaçados originais da Auto Union, que foi uma associação entre quatro marcas alemãs, DKW, Horch, Wanderer e Audi. No final da guerra, parte dessas empresas se encontrava no setor de ocupação soviético e foi desapropriada. Em 1969, o remanescente da empresa se uniu à NSU e passou em seguida ao controle da Volkswagen.
**Um dos dois originais remanescentes desse carro de corrida foi leiloado inicialmente por 12 milhões de dólares em Paris mas foi descoberto um problema na numeração do chassi e o leilão foi suspenso
Especialistas e historiadores estão pesquisando sobre a numeração para que possa ser leiloado novamente.
sexta-feira, janeiro 23, 2009
NITROUS OXIDE - Potência ao apertar de um botão.

Como o óxido nitroso melhora o desempenho de um motor?
Quando o óxido nitroso (N20) é aquecido a cerca de 300ºC, ele se divide em oxigênio e nitrogênio. Portanto, a injeção de óxido nitroso em um motor significa que mais oxigênio está disponível durante a combustão. Como há mais oxigênio, também se pode injetar mais combustível, permitindo que o mesmo motor produza mais potência. O óxido nitroso é uma das maneiras mais simples de aumentar significativamente a potência do motor a gasolina ou a álcool.
O óxido nitroso tem outra característica que melhora ainda mais o desempenho. Ao se vaporizar, ele produz um efeito de resfriamento significativo no ar de admissão. Quando a temperatura desse ar é reduzida, sua densidade aumenta, fornecendo ainda mais oxigênio para dentro do cilindro.
O único problema do óxido nitroso é que ele é muito volumoso e o motor precisa de muito óxido. Como qualquer gás, ele ocupa bastante espaço, mesmo quando comprimido, para se tornar líquido. Um motor de 5 litros girando a 4 mil rotações por minuto (rpm) consome cerca de 10 mil litros de ar por minuto (comparado a aproximadamente 0,2 litros de gasolina ou 0,28 litros de álcool), de modo que seria necessária uma quantidade enorme de óxido nitroso para fazer um carro funcionar de maneira contínua. Portanto, um carro normalmente pode transportar apenas alguns minutos de óxido nitroso, e o motorista o utiliza de forma bastante seletiva ao apertar de um botão.
Quando o óxido nitroso (N20) é aquecido a cerca de 300ºC, ele se divide em oxigênio e nitrogênio. Portanto, a injeção de óxido nitroso em um motor significa que mais oxigênio está disponível durante a combustão. Como há mais oxigênio, também se pode injetar mais combustível, permitindo que o mesmo motor produza mais potência. O óxido nitroso é uma das maneiras mais simples de aumentar significativamente a potência do motor a gasolina ou a álcool.
O óxido nitroso tem outra característica que melhora ainda mais o desempenho. Ao se vaporizar, ele produz um efeito de resfriamento significativo no ar de admissão. Quando a temperatura desse ar é reduzida, sua densidade aumenta, fornecendo ainda mais oxigênio para dentro do cilindro.
O único problema do óxido nitroso é que ele é muito volumoso e o motor precisa de muito óxido. Como qualquer gás, ele ocupa bastante espaço, mesmo quando comprimido, para se tornar líquido. Um motor de 5 litros girando a 4 mil rotações por minuto (rpm) consome cerca de 10 mil litros de ar por minuto (comparado a aproximadamente 0,2 litros de gasolina ou 0,28 litros de álcool), de modo que seria necessária uma quantidade enorme de óxido nitroso para fazer um carro funcionar de maneira contínua. Portanto, um carro normalmente pode transportar apenas alguns minutos de óxido nitroso, e o motorista o utiliza de forma bastante seletiva ao apertar de um botão.
quarta-feira, janeiro 14, 2009
Gripe Catarina
Aeh galera, não desisti do Blog não, só to de cama, trouxe uma "Gripe Catarina" rsss.....de Canasvieiras e to de cama, mas assim que eu recompor minhas energias volto a postar...
Abraço a todos
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